sábado, 29 de setembro de 2007

Santo Forte

Chão de pedra, chão de areia, chão de tudo ou sem chão mesmo. Eu vou lá saber que chão? Tem pés, mulé? Pois, se joga. Tô pra vê ponta de mundo, biqueira, birosca, maloca, boteco, quebrada, goma, rolê, rôbada, colê, correria, organizada (vaaai Gaviões), que a gente não chegue junto. Então, se estamos aí inteiras é pra isso. Ouvindo um som com o mundão na frente, os zóio na malícia e o corpo na malemolência, um punhado de irmãos e amor no coração.

Ouve só: o santo é forte.

O tempo fechou usa da humildade, ou corre. O tempo fechou mais ainda, dá o bote. É essa a lição, a gente faz esse rolê por opção. Atrás dos sangue bom, num é dos "bonitinho" de plantão. Encenando a euforia, batendo ponto na alegria. Portões fechados, orgulho pago. Não, não. Bola pra frente, atrás vem muita gente. "Quem não segura o baque é piripaque". A gente enverga sim mas não quebra não, os nossos passos ofertamos. Unidas somos. Sem nada no bolso, sem garantia, sem segurança. Do nosso lado: os ventos, as águas
as gambiarras,
as estriquinagens e
as risadas.



Aí Lila, essa foi procê.

2 comentários:

lila disse...

A gente não qué a casa não né Carolinha, a gente qué o terreno.
E os irmãos do lado.

abraço forte procê, a gente se vê.
O braço tá aberto aqui, pra receber a oferenda.

Atélogo,
Lila.

Voraz disse...

ai carolina... lembra que vc comenou que os japas são bizarros... entra nesse site aqui... www.nipofilia.com
Tem coisas assustadoras...